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SEGURANÇA PÚBLICA

Após articulação de Max Russi, governador Pivetta anuncia convocação de 430 novos policiais militares

Novos integrantes serão distribuídos em oito cidades-polos do interior de Mato Grosso

Publicado em 28 de maio de 2026

Após articulação de Max Russi, governador Pivetta anuncia convocação de 430 novos policiais militares

Em entrevista ao programa Resumo do Dia, o deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, comemorou o anúncio feito pelo governador Otaviano Pivetta na noite desta quinta-feira (28) para o chamamento de mais 430 policiais militares.

A convocação dos aprovados no concurso público é fruto de uma articulação direta do parlamentar, que se reuniu com o chefe do Executivo estadual na última terça-feira (19) para apresentar a necessidade urgente de reforço no policiamento do interior.

De acordo com o cronograma anunciado pelo governo do estado, serão chamados 400 soldados e 30 oficiais. Os novos soldados serão divididos e formados diretamente em oito cidades-polos de Mato Grosso, com um contingente de 50 policiais destacados para cada uma dessas regiões. A estratégia visa descentralizar a formação e garantir que os profissionais fixem base e já passem a atuar nas localidades onde realizaram o treinamento.

“Esta é mais uma luta vitoriosa e uma conquista que me deixou muito feliz. O governador acerta em cheio nesse chamamento. Em minhas andanças pelo estado, tenho visto de perto a necessidade de aumentar o efetivo nas cidades do interior. Levei essa realidade ao governador, que se sensibilizou. O anúncio dessas 430 vagas mostra que nossa cobrança era justa e necessária”, destacou Max.

Fim da angústia

Além de comemorar o ganho técnico e estratégico para a segurança pública do estado, o presidente da Casa de Leis ressaltou o lado humano dos aprovados, lembrando o período de forte expectativa enfrentado pelos candidatos desde a homologação do processo.

“Quem faz um concurso estuda, se prepara e vive uma agonia e uma angústia muito grandes esperando pelo chamamento. Se o prazo expira e o concurso se perde, todo mundo perde. O que mais me sensibilizou foi a vontade desse pessoal em assumir as vagas e a luta que eles travaram por todos os meios legítimos. Eles querem trabalhar, querem servir a nossa sociedade e estão prontos para arriscar as próprias vidas na linha de frente para proteger a população”, concluiu o deputado.

Crédito: Anny Gondim - Assessora de imprensa

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